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Crime político

Lideranças da CUT gritam Marielle vive e Lula livre em ato no Centro de Aracaju


sem imagem Dia 14 de março de 2019, após um ano do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e de seu motorista Anderson, o País inteiro se mobiliza em manifestações que cobram a elucidação do crime político. Em Aracaju, nesta sexta-feira, o Centro da cidade assistiu à manifestação política, religiosa e ecumênica. O ato reuniu mulheres trabalhadoras, estudantes, militantes sociais, lideranças sindicais, entre outras pessoas que manifestaram sua revolta pelo crime político que segue sem respostas conclusivas. Professora e liderança sindical, Simone Gama participou da manifestação e pediu unidade neste momento difícil da democracia brasileira. "Quando a gente lembra hoje da morte de Marielle, lembramos que, neste País, pra cobrar justiça você não pode ser negro, não pode ser da periferia. Hoje é um dia de lembrar que querem calar a periferia, a comunidade negra, querem calar a nossa voz. Mais do que nunca, para não sermos engolidos, precisamos de unidade", registrou. Carmem Foro, vice-presidente da CUT Nacional (Central Única dos Trabalhadores), veio a Aracaju para reunião com trabalhadores rurais e também participou do protesto. “A memória de Marielle vai permanecer viva, porque essa é a nossa memória de luta, como mulheres negras, mulheres da classe trabalhadora. O que Marielle fez neste País lhe transformou num símbolo da luta das mulheres, foi defender os LGBTs, as mulheres negras, os jovens, a população periférica, isso não pode se perder da nossa memória. Tem que ser colocado todo dia. Não haverá um minuto de silêncio, não haverá luto, haverá luta, todos os dias. Justiça por Marielle!".

          

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